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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Alvo de processo de impeachment, prefeito de Jaguarari diz ser vítima de ‘golpe’


Na iminência de perder o cargo, o prefeito de Jaguarari, alvo de dois processos de impeachment instaurados pela Câmara Municipal (veja aqui e aqui), se diz vítima de um “golpe”. Aparentando saber que a batalha política na Casa está perdida, Everton Rocha (PSDB) se arvora em medidas na Justiça para tentar manter o comando do Executivo Municipal. Em entrevista ao Bahia Notícias na segunda-feira (29), o tucano falou sobre os processos e sugeriu que os vereadores tentam apeá-lo do poder por não ter cedido aos “interesses pessoais” deles. “Não se dá mais para fazer política com base em interesses pessoais, partidários. Estou fazendo uma nova forma de se fazer política em Jaguarari. A insatisfação dos vereadores é que eles gostariam de estar na velha política. Aí eu não preciso dizer para você como funciona a velha política”, relatou Rocha, ao insinuar que se negou a oferecer benesses aos legisladores. Entre os planos para inviabilizar o seu mandato, a Câmara estaria se negando a votar a Lei Orçamentária Anual (LOA), o que levou o município a chegar 2018 com a possibilidade de usar apenas um doze avos do orçamento por mês. Segundo o tucano, com isso, a prefeitura tem custeado apenas serviços de emergência – na saúde, por exemplo, utiliza o parco orçamento para abastecer ambulâncias com combustível. “O município está um caos. O serviço público está à beira de um colapso. [Não votar a LOA] É um projeto político, partidário, e eles estão colocando interesses partidários acima do interesse público. A prefeitura mandou a Lei Orgânica em tempo hábil para ser aprovada. Se existe uma briga com o prefeito, que a questão seja discutida com o prefeito, não usar esse método de guerra contra a população”, criticou. Como o impasse com a Câmara se manteve, o prefeito ingressou com um mandado de segurança na Justiça nesta segunda, para obrigar a Casa a apreciar a LOA. Uma das denúncias contra Rocha aponta que ele contratou uma empresa para locação de carros, que, por sua vez, contratou um veículo modelo Doblô. No entanto, o carro nunca foi utilizado e, depois, teria sido trocado por um Montana. A questão foi tratada pelo prefeito como “meramente administrativa”. Ele também desqualificou a denúncia, apresentada pelo ex-vice-prefeito do município, Alberto Nunes de Sá. Sá foi condenado em maio do ano passado pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a devolver R$ 2 milhões. O ex-vice ainda protagonizou um escândalo em 2008, quando foi flagrado acertando com um empresário a compra de votos de vereadores para cassar o mandato do na época prefeito Edson Luiz de Almeida, que havia sido afastado do cargo. Em troca, ele teria os serviços de sua empresa contratados pela prefeitura. “Pela pessoa que fez a denúncia, já podemos tirar o conteúdo dela”, disse Rocha. Já sobre a licitação com indícios de fraudes, que motivou o segundo processo na Câmara, o prefeito argumentou que ela foi baseada em um certame que foi cancelado. De acordo com ele, por “excesso de zelo”, e não devido a irregularidades. “Foi feita uma licitação de sistemas e, nela, a lei diz que o sistema deveria ser 100% web. Quando a primeira colocada foi se instalar no município, os técnicos da prefeitura constataram que ela não era 100% web. A segunda colocada, por uma falha no processo licitatório, não poderia ser chamada. Foi encaminhado o processo para o jurídico, que foi contra o parecer do controlador do município de que a empresa não poderia ser chamada. Como houve essa falta de entendimento, pedi que o processo fosse encerrado e abrisse outro. Não houve nada de irregularidade”, explicou. Sobre Klynton Marceu Rosa Silva, que apresentou a denúncia, Rocha contou que se trata de um servidor que atualmente trabalha no setor de tributos da prefeitura e cometeu um erro ao apresentar o pedido de investigação do prefeito. “Como ele chegou a essa denúncia? Ele não tem conhecimento nenhum de processo licitatório, de tributos. Ele apenas pegou o parecer do controlador interno, que é nosso filtro final. Se ele tá ali, vai colocar todas as falhas do processo, mas é um procedimento para defender o erário público, resguardar” ponderou. O tucano relatou que, após ter ingressado com a denúncia, o servidor não mais apareceu para trabalhar. Por causa das faltas, virou alvo de processo administrativo. Sobre o presidente da Câmara, Márcio Gomes (PSDB), a quem acusa de arquitetar o “golpe” contra ele, Rocha disse que o motivo do rompimento entre os dois foi a “ganância” do correligionário. “Eu ajudei ele a ser presidente da Câmara, ele me apoiou para prefeito. Ele se viu como prefeito, quer ser prefeito agora. Foi quando se reuniu, se absorveu do poder, e arquitetou com outros vereadores uma forma de tomar o poder, por golpe”, afirmou, lembrando que o presidente da Casa é alvo de uma denúncia por ter funcionários fantasmas trabalhando para ele. Agora, o prefeito pretende questionar o processo de impeachment na Justiça. “O Judiciário vai ter que se intervir”, concluiu.
Fonte: Bahia Noticia

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