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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

TRANSPARÊNCIA BRASIL IDENTIFICA PROBLEMAS E PROPÕE ALTERNATIVA PARA FINANCIAMENTOS DE CAMPANHAS




Um relatório divulgado pela ONG Transparência Brasil aponta que a concentração do financiamento eleitoral brasileiro em poucas empresas é maior do que a desigualdade de renda do país. Para chegar ao resultado, a organização destinada a combater a corrupção utilizou uma adaptação do índice de Gini – instrumento criado pelo matemático italiano, Conrado Gini, para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Este índice determina a concentração de renda por meio de uma escala que vai de 0 (igualdade completa) a 1 (desigualdade máxima). Neste estudo, o índice 1 equivaleu a 100%. Conforme o relatório, durante a campanha à presidência em 2010, o índice Gini foi de 84,7%, quando 36 maiores doadoras (de um total de 712) doaram 61,9% do total. Neste caso, dos R$ 647,9 milhões doados para os candidatos a presidente, R$ 401,3 milhões vieram das principais doadoras, o que, segundo o relatório, indica “grau de concentração verdadeiramente brutal”.
No caso da desigualdade social, o índice de Gini do Brasil, um dos países com pior distribuição de renda, chega a 54,7%. Para evitar que os grandes doadores tenham presença hegemônica em diversas partes do país – já que os políticos “vencedores” ficam com “dívida” maior com os grandes investidores do que com os pequenos e, consequentemente, há um privilégio para as empresas que doam mais – a Transparência Brasil  propõe o "estabelecimento de um teto absoluto para as doações de empresas, condicionado a tetos estaduais determinados pelo PIB". De acordo com o relatório, o fim do financiamento privado "tenderia a empurrar para o caixa 2 ao menos parte dos financiamentos que hoje fluem no caixa 1". A proibição de doações de empresas privadas em campanhas está sob análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 
BN

CUIDADOS COM A MENINGITE: VACINAÇÃO É IMPORTANTE



A vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa (AL), a deputada estadual Graça Pimenta (PMDB) alerta a população sobre as formas de prevenção e os cuidados necessários para combatê-las a meningite, considerada uma doença endêmica, podendo ocorrer ao longo de todo o ano, com surtos e epidemias ocasionais.
Segundo a deputada, que é profissional de saúde, a ocorrência mais comum das meningites é a bacterianas no inverno e as virais no verão. Apesar de não terem sido registrados casos da doença neste início de ano, a parlamentar ressalta importância dos cuidados e da vacinação para evitar o surgimento dos mesmos ao longo dos meses. “Existem vacinas para prevenir alguns tipos de meningite, dentre elas, as que estão disponíveis no calendário básico de vacinação da criança como BCG - que previne as formas graves de tuberculose, incluindo a meningite tuberculosa - e a vacina contra a meningite por Haemophilus influenzae tipo b. Então, população, fique atenta aos cartões de vacinação para mantê-los atualizados e, caso haja possibilidade de ocorrência da doença, procure por atendimento adequado o mais breve possível para reduzir o avanço e transmissão”, alerta a parlamentar.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Infectologia, os sintomas da doença em crianças acima de 1 ano de idade e em adultos são febre alta que começa abruptamente, dor de cabeça intensa e continua, vômitos em jato, nauseas e rigidez de nuca. Em crianças menores de um ano de idade é preciso atentar para a presença de moleira tensa ou elevada, irritabilidade, inquietação com choro agudo e persistente, e rigidez corporal com ou sem convulsões.
A transmissão ocorre de pessoa para pessoa através das vias respiratórias, por gotículas e secreções do nariz e da garganta. Para isso, é necessário haver um contato direto com as secreções do infectado ou permanecer no mínimo quatro horas com ele em ambiente fechado. Segundo informações do Ministério da Saúde, a meningite é a inflamação das meninges (membranas que envolvem o cérebro e medula espinhal) e pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus e fungos. As bacterianas e virais são as mais importantes do ponto de vista da saúde pública, devido a sua magnitude, capacidade de ocasionar surtos, e, no caso da bacteriana, a gravidade dos casos. 
Ascom Graça Pimenta

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